Investigações preliminares apontam que os suspeitos de participar da execução do policial civil Emanoel Raimundo Leite dos Santos (foto em destaque), morto com um tiro no rosto na tarde de domingo (27/7), enquanto soltava pipa na Orla do Araxá, em Macapá (AP), ao lado do filho de oito anos, seriam adolescentes ligados à facção criminosa Família Terror do Amapá (FTA).
Uma das linhas de investigação é a de que a motivação para o assassinato do policial teria sido a arma que ele carregava na cintura enquanto soltava pipa com o filho. Os criminosos teriam percebido que o policial civil estava armado e decidido executá-lo para roubar a arma de fogo.
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Emanoel brincava com a criança quando foi surpreendido por dois criminosos. Ele teria reagido à abordagem dos suspeitos, sendo atingido por um disparo no rosto. A morte foi confirmada ainda no local do crime.
Não houve troca de tiros antes de o policial ser atingido. Após o assassinato, os criminosos fugiram levando a arma de uso pessoal da vítima, que ainda não foi localizada.
A criança presenciou toda a cena. De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Daniel Marsili, ela ficou profundamente abalada e em estado de choque.




Emanoel Raimundo Leite dos Santos
Material cedido ao Metrópoles
Em nota, a corporação afirmou que o assassinato de um policial civil diante do próprio filho reforça a gravidade do crime e mobiliza uma grande operação
Lucas Brito/ Polícia Civil do Amapá
O adolescente de 17 anos foi encontrado armado com uma pistola, de acordo com o secretário de Segurança Pública, delegado Cezar Vieira
Lucas Brito/ Polícia Civil do Amapá
Força-tarefa
Equipes da Polícia Civil, da Polícia Militar e dos setores de inteligência foram mobilizadas para localizar e prender os autores do crime.
Um dos suspeitos, de 17 anos, morreu em um confronto com as equipes. Posteriormente, outros dois adolescentes se apresentaram espontaneamente na delegacia.
Foi identificado, ainda, um quarto suspeito, também menor de idade, que segue foragido.




