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Casamento em praia é interrompido por tempestade com ventos fortes;


Temporal atrapalhou casamento em praia no Tocantins — Foto: Divulgação

Um casamento que seria realizado em uma praia no Rio Araguaia, em Araguacema, região oeste do Tocantins, foi atrapalhado por uma tempestade. Imagens feitas no local mostram que, por causa da chuva e ventania, convidados tiveram que buscar abrigo em tendas. A situação aconteceu nesta quarta-feira (15). Parte da ornamentação ficou debaixo da chuva. Amigos dos…

Um casamento que seria realizado em uma praia no Rio Araguaia, em Araguacema, região oeste do Tocantins, foi atrapalhado por uma tempestade. Imagens feitas no local mostram que, por causa da chuva e ventania, convidados tiveram que buscar abrigo em tendas.

A situação aconteceu nesta quarta-feira (15). Parte da ornamentação ficou debaixo da chuva. Amigos dos noivos contaram ao g1 que o casamento seria realizado na tarde desta quinta-feira (16), com tempo ensolarado.

Esse é o segundo temporal registrado em Araguacema nesta semana. Na segunda-feira (13), turistas que aproveitavam a temporada de praias na Praia da Gaivota foram surpreendidos com ventos fortes.

Devido ao temporal, estruturas instaladas às margens do rio foram atingidas. Ninguém ficou ferido e o Corpo de Bombeiros orientou os turistas a deixarem a água e procurarem abrigo para evitar acidentes.

Casamento é adiado após temporal em Araguacema — Foto: Arquivo pessoalCasamento é adiado após temporal em Araguacema — Foto: Arquivo pessoalCasamento é adiado após temporal em Araguacema — Foto: Arquivo pessoal

Apesar do período de estiagem, o estado tem registrado chuvas em várias cidades. Nesta quarta-feira (15), moradores de algumas regiões de Palmas, Paraíso do Tocantins, Santa Rosa do Tocantins e Monte Santo do Tocantins registraram chuva rápida.

A previsão é que, na região do Bico do Papagaio, caia chuva nesta quinta-feira (16) e fique nublado no fim de semana. A partir de segunda-feira (20), o tempo seco deve voltar.

Ao g1, a meteorologista Elizabete Ferreira, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), explicou que as chuvas nesse período de estiagem não são normais.

“Essas chuvas têm uma condição favorecida em médios e altos níveis, ou seja, a três quilômetros acima da superfície tem uma corrente de jato trazendo essa umidade da região amazônica. Pega Tocantins, um pouco ali do Maranhão e Pará. E aí ele traz essas instabilidades, que não são comuns, ocorrendo assim essas chuvas”.





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