Dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgados pelo Ministério da Educação, mostram que estados governados pela esquerda têm pior desempenho no ensino fundamental (1º ao 5º ano) das redes públicas e privadas. Os números são de 2025 e refletem o desempenho de 14,5 milhões de matrículas, em 101 mil escolas de todas as unidades da federação. O índice médio nacional é 6,3. A escala vai de 0 a 10 e a meta do Ideb para o ano era de 6 pontos.
Pior de todos
O estado com pior desempenho é o do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil). O Amapá está na lanterna, com 5,5.
Logo atrás
O Pará, governado ano passado pelo lulista Helder Barbalho (MDB), amarga a vice-lanterna com sofríveis 5,6 pontos.
Segue a lista
Seguindo a lista dos cinco piores desempenho do Ideb, aparecem três estados empatados, incluindo a Bahia, do Jerônimo Rodrigues (PT): 5,7.
Mais petista
Além da Bahia, a posição tem ainda Rio Grande do Norte, de Fátima Bezerra (PT), e o Maranhão, de Carlos Brandão, ex-PSB atual MDB.
Gastos com cartões do governo crescem desde 2023
As despesas do governo Lula (PT) com os cartões corporativos crescem sem parar, ano a ano, desde 2023. Os chamados “cartões de pagamento do governo federal” bancam qualquer despesa que autoridades achem necessário, do cafezinho à gasolina, mas o governo Lula fez a conta saltar de R$90,7 milhões no primeiro ano do terceiro mandato para R$122,3 milhões, em 2025. Este ano já passa dos R$60,7 milhões.
Escondidinho
Os apenas 13 cartões sob responsabilidade da Presidência da República já torraram R$8,6 milhões este ano. Quase tudo sob sigilo, claro.
Não confunda
Existem dois tipos de cartões, os apelidados de “cartões corporativos” (pagamento) e os da defesa civil, usados apenas para emergências.
Aumento exponencial
No primeiro ano de Lula, gastos aumentaram em R$500 mil em relação ao último ano de Jair Bolsonaro. Em relação a 2025 aumentou em 35%.
Sem dor de cabeça
Ciro Nogueira (PP-PI) ganhou representação no Conselho de Ética do Senado, às moscas desde a pandemia da Covid-19. O partido Novo fez a representação, motivada pela chamada “Emenda Master”.
Na nossa conta
A Gasto Brasil, iniciativa da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e da Associação Comercial de São Paulo, já registra quase R$3,4 trilhões em despesas dos governos em 2026.
Empurra
Além de não pretender ir presencialmente ao depoimento à Polícia Federal para explicar supostos mimos que teria ganhado de Daniel Vorcaro (Master), o senador Jaques Wagner (PT-BA) quer adiar a oitiva.
Não é bem assim
Admirado ex-diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo não vai “assumir” a área de Relações Exteriores do candidato do PSD a presidente, Ronaldo Caiado. Foi procurado para opinar sobre o plano de governo e só.
Recuperação
A governadora Celina Leão afirmou que o governo do DF virou a página do déficit e projeta superávit de R$ 3 bilhões. “Assumimos um governo com rombo de quase R$ 5 bilhões e fizemos um choque de gestão”.
Poupança furada
Julho foi o segundo mês consecutivo em que brasileiros correram para retirar os trocados que juntavam na poupança. Segundo o Banco Central, as retiradas líquidas no mês somaram mais de R$7,1 bilhões no período.
Fogo amigo
Candidato do Novo ao Planalto, Romeu Zema disse que “certamente” iria retaliar contra os EUA no caso das tarifas. Para Carlos Bolsonaro, a fala representa um erro político. “É uma máquina de apoio ao Lula”, resumiu.
Formação importa
Ministro da Fazenda, o encarregado das contas públicas, Dario Durigan afirmou que Lula (PT) “zerou o déficit”, ignorando os R$200 bilhões de rombo. Ele não é economista, é advogado e administrador público.
Pergunta no MEC
O Ideb trouxe alguma surpresa?



