A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), celebrou, em uma rede social, o fim das greves dos rodoviários. A categoria iria iniciar uma paralisação geral a partir das 0h desta segunda-feira (28/9), mas fizeram um acordo com as empresas de transporte horas antes do início da greve.
Em uma rede social, a governadora chamou de “excelente notícia” a informação do fim da paralisação que ocorreu graças ao acordo feito com intermédio da Secretaria de Transporte e Mobilidade e da Procuradoria Geral do DF, e a atuação do TRT-DF.
O domingo termina com uma excelente notícia para todos: as empresas de ônibus e o sindicato dos rodoviários chegaram a um acordo e, consequentemente, não haverá greve amanhã.
Com a intermediação da Secretaria de Transporte e Mobilidade e da Procuradoria Geral do DF, e a atuação do TRT-DF, as partes chegaram a um acordo e a greve cancelada.— Celina Leão (@celinaleao) September 28, 2026
Acordo entre empresas e rodoviários põe fim a greve
O Sindicato dos Rodoviários do Distrito Federal suspendeu a greve agendada para esta segunda-feira (28/9). A deliberação ocorreu após negociação com as empresas de ônibus e a Secretaria de Mobilidade, na noite deste domingo (27/9).
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do Metrópoles DF
O presidente da entidade, João Dão, confirmou o acordo e orientou a categoria a desmobilizar a paralisação que começaria na madurgada. “Devido a isso, nós deveremos comparecer amanhã, na madrugada, retornando-se ao trabalho em nossos devidos horários”, declarou.
Veja vídeo:
O acordo aceito atende o que a categoria solicitou para não entrar em greve: aumento de 8% nos salários e 10% no tíquete-refeição e na cesta. Com isso, os ônibus deverão rodar normalmente nesta segunda (28/9).
Antes do fim da paralisação, o desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) Dorival Borges de Souza Neto tinha determinado que os rodoviários mantivessem 80% das operações dos ônibus em horário de pico e 50% nos demais horários enquanto durasse a greve.
Os rodoviários reivindicavam aumento de 8% nos salários, 10% nos benefícios de alimentação e 12% no plano de saúde.
Uma proposta apresentada pelas empresas de ônibus, no sábado (26/9), que previa reajuste salarial de 6%, foi rejeitada pelos profissionais.



