INTERIOR DE ALAGOAS
No povoado Tamanduá, em Poço das Trincheiras, deputada ouviu famílias que têm acesso à água apenas uma vez por semana
A deputada estadual Fátima Canuto (MDB), candidata à reeleição com o número 15500, percorreu municípios do Sertão de Alagoas para ouvir as principais demandas da população. Em Poço das Trincheiras, a parlamentar visitou o povoado Tamanduá, onde moradores enfrentam dificuldades de acesso à água.
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Segundo relatos das famílias, o abastecimento ocorre somente uma vez por semana, obrigando os moradores a armazenar e racionar a água durante os demais dias.
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Acompanhada do candidato a deputado federal Renato Filho (MDB), número 1500, e da liderança Erlan Vanderlei, Fátima afirmou que a situação reforça a necessidade de políticas permanentes de segurança hídrica.
“Quando a gente vem ao Sertão e vê de perto uma família tendo acesso à água apenas uma vez por semana, entende que não podemos tratar a segurança hídrica como uma questão apenas emergencial. Precisamos planejar, armazenar a água quando ela chega e garantir que esteja disponível quando a seca vier”, declarou.
A gestão dos recursos hídricos está entre as áreas de atuação da deputada na Assembleia Legislativa. Entre as iniciativas defendidas por Fátima estão a construção de barragens subterrâneas, o armazenamento da água da chuva e a implantação de obras estruturantes, como reservatórios.
Uma proposta apresentada pela parlamentar para a implantação de barragens subterrâneas tornou-se programa do Governo de Alagoas. Em 2025, Fátima também defendeu a criação de uma política hídrica mais ampla para enfrentar os períodos de estiagem e aproveitar a água acumulada durante as chuvas.
Mais recentemente, a deputada apresentou o Projeto de Lei nº 1.889/2026, que propõe a criação da Política Estadual de Implantação de Jardins de Chuva nos municípios alagoanos. A medida busca melhorar o manejo das águas pluviais, favorecer sua infiltração no solo e prevenir alagamentos.
“Alagoas tem realidades muito diferentes. Temos regiões que enfrentam enchentes e outras que sofrem com a falta de água. Precisamos de uma política hídrica que pense no estado como um todo, com planejamento, infraestrutura e soluções que garantam água para as famílias do Sertão”, concluiu.


