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Hamilton deve correr na Ferrari até os 42 anos, revela chefe


Lewis Hamilton no GP da Inglaterra de F1 em 2024. Foto: Peter Fox – Formula 1/Formula 1 via Getty Images

Motivado pela chance de encerrar o jejum de títulos da Ferrari, Lewis Hamilton assinou com a escuderia um contrato maior do que o que foi inicialmente divulgado no começo deste ano. Em entrevista ao “Financial Times”, o chefe Frederic Vasseur “deixou escapar” que o heptacampeão, à principio, deve correr pela equipe até 2027 – quando terá 42 anos.

– Lewis é um símbolo importante porque envia uma mensagem positiva para o paddock sobre o futuro da equipe. Ele teve que fazer uma escolha: “Onde tenho a maior chance de ser campeão mundial em 2025, 2026, 2027?”. E ele disse: “Ferrari” – comentou Vasseur.

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Os rumores que surgiram com mais força no fim de janeiro deste ano se confirmaram no primeiro dia de fevereiro. Entre outras razões, Hamilton justificou sua decisão pela influência do impacto de Michael Schumacher no esporte, e o objetivo de seguir com seus trabalhos em prol de um automobilismo com mais diversidade em Maranello.

Em 2025, quando estrear oficialmente no carro vermelho, Hamilton terá 40 anos. Seu contrato lhe garante US$ 100 milhões (cerca de R$ 500 milhões) por temporada; parte desse valor será destinado para a Mission 44, instituição criada pelo piloto para apoiar jovens de origens minoritárias em funções no esporte a motor.

O heptacampeão vem de uma recente vitória, sua 104ª da carreira, no GP da Inglaterra do último domingo. A conquista quebrou um jejum de quase três anos do (ainda) piloto da Mercedes.

A escuderia, porém, não enfrenta um bom momento: desde a vitória de Charles Leclerc em Mônaco, no fim de maio, sofreu um abandono duplo e deixou de pontuar duas vezes com o futuro colega de equipe de Hamilton – embora tenha conquistado um terceiro lugar com Carlos Sainz na Áustria.

– Meu trabalho começará no próximo ano em outra equipe que, na minha opinião, está fazendo um ótimo trabalho. Acho que eles tiveram algumas corridas difíceis, mas não podemos esquecer que eles venceram em Mônaco. Não sei dizer o que há de errado com o carro deles e por que estão na posição em que estão hoje. Só que eles trouxeram uma atualização para cá e acho que estão progredindo, sem dúvida. Mas isso não me faz duvidar da minha decisão – garantiu Hamilton, no fim do último mês.

A F1 retorna na semana que vem em 21 de julho, com o GP da Hungria, 13ª etapa do campeonato.

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Fonte: Gazetaweb