EUA
Beniamin vivia em porão de casa geminada sem o conhecimento da família residente
Um homem identificado como Beniamin Bucur, de 41 anos, foi condenado a três anos de prisão após viver por quase três meses em um porão improvisado de uma casa geminada, na cidade de Happy Valley, em Oregon, nos Estados Unidos. O homem ficou no local sem o conhecimento dos proporietários da residência.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!
O caso foi descoberto em setembro do ano passado e o julgamento do caso foi realizado na última terça-feira (26/5). Beniamin foi visto por um vizinho da residência, que percebeu que não se tratava dos donos do local.
Leia também
Essa parte sob a casa é comum em parte das residências dos EUA, em que um vão fica vago entre o térreo do imóvel e o solo. Esse espaço é apertado, podendo variar de 50 centímetros a 1,5 metro de altura, o que obriga as pessoas a se manterem abaixadas, recebendo o nome de “crawlspace”.
Espaço completo
Após a ver o homem no porão, o vizinho acionou a polícia. Os agentes arrombaram a porta com auxílio de ferramentas e descobriram “um espaço de convivência elaborado e completo com luzes, cozinha e área de jogos“, informou a corporação na época. De acordo com o escritório do Promotor Distrital do Condado de Clackamas, o júri considerou Bucur culpado de arrombamento em primeiro grau.
Na residência, moram um casal com a filha pequena, que não tinham conhecimento do compartilhamento da casa com um estranho. A família teria ficado “alheia à presença dele“, de acordo com a corporação. O espaço tinha uma estrutura improvisada, que incluía “uma rede de cabos de energia que se conectavam ao serviço elétrico do residente“, segundo comunicado do escritório do promotor distrital, ao qual o site People teve acesso.
Os investigadores ainda encontraram uma espada no espaço, além de várias facas e um cachimbo contendo resíduos de metanfetamina. O advogado de Bucur não comentou a condenação.
O homem também enfrenta acusações adicionais de arrombamento no condado de Washington, afirma o escritório do promotor público.




