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Jogador do Palmeiras se confunde e pede pênalti contra a própria equipe: ‘Foi mal’


Lucas Evangelista reclamou de toque de mão de Barboza na vitória sobre o Vasco, pela Copa do Brasil, e explicou a confusão nas redes sociais

Jogador do Palmeiras se confunde e pede pênalti contra a própria equipe: ‘Foi mal’. Crédito: Cesar Greco/Palmeiras

Um gesto de Lucas Evangelista virou um dos assuntos mais comentados da vitória do Palmeiras por 1×0 sobre o Vasco, neste domingo (1º), no Nubank Parque, pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil. No início do segundo tempo, o meio-campista se juntou aos jogadores adversários e sinalizou ao árbitro Anderson Daronco um toque de mão dentro da área. O problema é que a bola havia batido no braço de um companheiro de equipe, o zagueiro Barboza.

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As imagens se espalharam rapidamente, e o camisa 30 virou meme entre os torcedores. Evangelista levou a brincadeira na esportiva e explicou a confusão em um comentário na publicação de uma página palmeirense no Instagram: “Eu juro que vi a bola batendo na mão do jogador deles, rapaziada. Foi mal”.

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O lance aconteceu aos quatro minutos da etapa final, quando o atacante Lescano tentou passar por Barboza dentro da área. A bola tocou no braço do defensor, e os jogadores do Vasco pediram pênalti, mas Daronco mandou o jogo seguir, e o VAR não chamou o árbitro para revisar a jogada.

O Palmeiras venceu com gol de Maurício, no primeiro tempo, e vai a São Januário com a vantagem do empate. O jogo de volta será no próximo domingo (8), às 17h. Uma vitória simples do Vasco leva a decisão da vaga para os pênaltis.

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Vasco detona arbitragem

O toque de mão de Barboza foi um dos lances que revoltaram a diretoria vascaína. Depois da partida, o diretor de futebol Admar Lopes chamou a atuação de Daronco de “vergonhosa” e reclamou de critérios diferentes na distribuição de cartões.

O dirigente citou uma falta de Murilo sobre Colidio logo no primeiro minuto, em um contra-ataque, que não rendeu cartão ao zagueiro palmeirense. Para ele, o critério foi outro quando Saldivia recebeu amarelo, ainda no primeiro tempo, por empurrar Jhon Arias no meio-campo. O zagueiro vascaíno acabou expulso aos 31 minutos do segundo tempo, ao levar o segundo amarelo por puxar Vitor Roque. Na súmula, Daronco classificou o lance como falta tática para impedir um ataque promissor.

Admar também questionou a omissão do VAR no possível pênalti e na expulsão de Saldivia. “O VAR serve como auxílio da arbitragem”, afirmou o diretor, que pediu atenção à CBF na escolha da equipe de arbitragem para a partida de volta, já que, segundo ele, os erros podem influenciar a definição de um dos finalistas.



Fonte: Gazetaweb