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No RJ e sem Eduardo Paes, Lula faz último ato de campanha antes do 1º turno


O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), promoveu um ato de campanha no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (2/10), a dois dias do primeiro turno das Eleições 2026, sem a presença do candidato ao governo na chapa apoiada pelo PT, Eduardo Paes (PSD). Veja:

A caminhada teve início na Candelária, por volta de 12h20, e deve terminar na Cinelândia. Acompanharam o petista no ato os candidatos ao Senado, Benedita da Silva (PT) e Pedro Paulo (PSD); a primeira-dama Janja Lula da Silva; o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD); e o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT).

Ao longo da corrida eleitoral, o petista comandou quatro atos de campanha no estado — em dois deles, Paes não participou. O ex-prefeito da capital fluminense também faltou ao ato de Lula com personalidades da cultura, em 23 de setembro.

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Em discurso durante a caminhada, o presidente fez um apelo para que as pessoas com mais de 70 anos votem no domingo. Também citou os escândalos do Banco Master e do Instituto Nacional da Previdência Social (INSS) e os associou ao principal adversário, o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL).

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do Metrópoles

“A gente não pode permitir que a quadrilha do Banco Master volte a governar esse país. A gente não pode permitir que a quadrilha da Previdência Social volte a governar esse país. A gente não pode permitir que esse país eleja uma pessoa que, sendo senador da República, foi defender um policial que matou uma menina, de 5 anos. Alguém não pode permitir que essa quadrilha da família Bolsonaro pense em voltar a governar esse país”, destacou Lula.

O petista também pediu empenho para liquidar a eleição no primeiro turno. “Eu estou convencido de que a gente vai ganhar as eleições no domingo. Não há porque ter segundo turno se a gente pode matar a desgraça no primeiro turno. E é domingo que a gente vai ter que ganhar as eleições”, declarou o presidente.

Lula reforçou pedidos de voto a Paes, Benedita e Pedro Paulo. O candidato do PSD ao Senado ouviu vaias e pediu união. “Precisamos nos unir, essa eleição não é brincadeira”, afirmou Pedro Paulo.



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