ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS
Integrantes do Planalto afirmam que foram pegos de surpresa com a decisão dos EUA, mas avaliam que Lula e deve ouvir aliados antes de reagir
Assessores do presidente Lula no Palácio do Planalto afirmam ter sido pegos de surpresa pela decisão do governo dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas.
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Integrantes do entorno do petista dizem que não esperavam que o presidente dos EUA, Donald Trump, adotasse a medida após o encontro que manteve com Lula, em 7 de maio.
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A avaliação no Planalto, porém, é de que tanto o governo quanto o PT agirão com cautela antes de definir qual linha política e diplomática seguir diante da decisão americana.
Interlocutores de Lula afirmam que o presidente deve ouvir ministros, diplomatas, integrantes da área de segurança e dirigentes do partido antes de bater o martelo sobre uma reação pública.
Ganho político para Flávio
Aliados do petista afirmam que ainda não sabem se a medida adotada por Trump irá fortalecer politicamente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que esteve nos Estados Unidos nesta semana e pediu ao presidente americano uma postura mais dura em relação às facções criminosas brasileiras.




