Search

Saiba quem são os pré-candidatos às duas vagas para o Senado em SP


As eleições gerais de outubro já movimentam partidos dos 26 estados e do Distrito Federal na construção de chapas para os governos estaduais e o Senado Federal. Em São Paulo, já são sete pré-candidatos ao Senado.

Os nomes serão oficializados nas convenções partidárias, que serão realizadas entre 20 de junho e 5 de agosto, conforme calendário estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), No entanto, partidos e pré-candidatos já podem buscar recursos e divulgar propostas.

Neste ano, além de eleger presidente, governador, deputado federal e deputado estadual, cada eleitor vai votar em dois candidatos ao Senado.

Veja abaixo os nomes cotados ao Senado por São Paulo:

Saiba quem são os pré-candidatos às duas vagas para o Senado em SP - destaque galeria

Guilherme Derrite (PP)
1 de 7

Guilherme Derrite (PP)

Arte/Metrópoles

Simone Tebet (PSB)
2 de 7

Simone Tebet (PSB)

Arte/Metrópoles

André do Prado (PL)
3 de 7

André do Prado (PL)

Arte/Metrópoles

Marina Silva (Rede)
4 de 7

Marina Silva (Rede)

Arte/Metrópoles

Ricardo Salles (Novo)
5 de 7

Ricardo Salles (Novo)

Arte/Metrópoles

Márcio França (PSB)
6 de 7

Márcio França (PSB)

Arte/Metrópoles

Paulinho da Força (Solidariedade)
7 de 7

Paulinho da Força (Solidariedade)

Arte/Metrópoles

Ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PP) é um dos integrantes da chapa da direita para o pleito deste ano, com Flávio Bolsonaro (PL) na disputa à Presidência da República e Tarcísio de Freitas (Republicanos) na corrida à reeleição ao governo do estado. No ano passado, Derrite deixou o PL e se filiou ao PP para concorrer ao Senado.

O segundo participante da aliança é André do Prado (PL), presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). A indicação dele dependia de Eduardo Bolsonaro, que era tido como o “dono da vaga” ao Senado pelo partido após ter tido o mandato declarado vago pela Câmara dos Deputados.

Em meio a um racha, a direita terá três candidaturas ao Senado. Ex-ministro do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro (PL), o deputado federal Ricardo Salles (Novo) corre por fora. Recentemente, teve desentendimentos públicos com Eduardo Bolsonaro e também com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), três ex-ministros – Simone Tebet (PSB), Marina Silva (Rede) e Márcio França (PSB) – se colocam como pré-candidatos ao Senado. Contudo, a definição da vaga de vice do pré-candidato ao governo estadual Fernando Haddad (PT) permanece em impasse, já que a solução mais provável sairá com a desistência de um deles da disputa ao Congresso.

Nome do Centrão, outro pré-candidato ao Senado por São Paulo é Paulinho da Força (Solidariedade), que se elegeu pela primeira vez como deputado federal em 2007 e, atualmente, está no quinto mandato.

O que pré-candidatos podem fazer

Na fase da pré-campanha eleitoral, os cotados podem mencionar a possível candidatura e divulgar propostas em entrevistas, debates e também nas redes sociais, além de participar de eventos partidários fechados.

Também estão autorizados a pedir apoio político (sem pedido de voto), fazer viagens políticas pelo estado e participar de encontros com setores econômicos, sociais e com lideranças locais.





Metropole