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Turista colombiana dá uma banana a capoeirista negro no Rio de Janeiro. Veja vídeo


Em um gesto racista, uma turista colombiana tentou dar uma banana a um capoeirista na Rocinha, no Rio de Janeiro, nesta semana, no momento em que ele recolhia contribuições voluntárias a quem assistia a apresentação da arte brasileira. Veja:

 

Câmeras de segurança do local registraram o momento em que a turista tenta colocar a banana dentro do saco oferecido pelo capoeirista. Ao seu lado, uma outra mulher dá gargalhadas.

A turista racista, que estava com um grupo de 14 visitantes, pediu depois para tirar fotos com o grupo, mas eles negaram. Ela ainda foi vista saindo do local dando risadas.

O caso ocorreu nessa terça-feira (27/5), e foi denunciado na Polícia Civil dois dias depois, como injúria por preconceito. O crime está tipificado no artigo 140, § 3º, do Código Penal, com pena de reclusão de um a três anos e multa.

Caso recente

Em um caso recente de repercussão nacional, outra turista da América Latina também fez gestos racistas a cariocas no Rio de Janeiro.

A argentina Agostina Paéz, de 29 anos, imitou macaco e xingou funcionários de um bar, em Ipanema, em 14 de janeiro. O motivo teria sido uma suposta cobrança indevida na conta.

Agostina Paez, turista argentina acusada de injúria racial contra funcionário de bar em Ipanema RJ
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Agostina Paez, turista argentina acusada de injúria racial contra funcionário de bar em Ipanema RJ

Reprodução

Agostina Páez, argentina acusada de injúria racial no RJ
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Agostina Páez, argentina acusada de injúria racial no RJ

Reproduçaõ/Redes sociais

Argentina ré por racismo admite crime e se desculpa pela 1ª vez
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Argentina ré por racismo admite crime e se desculpa pela 1ª vez

Reprodução/Instagram

Ela ficou presa por algumas horas, teve o passaporte apreendido e colocou tornozeleira eletrônica. A Justiça do Rio autorizou o retorno da advogada ao país de origem, após o pagamento de fiança de R$ 97 mil, o equivalente a 60 salários mínimos. Mas, segundo o governo brasileiro, ela continua respondendo ao processo de injúria racial.

À imprensa argentina, a mulher se disse arrependida, mas que foi tratada “com muita dureza” para “servir de exemplo”.



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